segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Candidatura de Carlos Eduardo fortalecida em Mossoró

O deputado federal Beto Rosado (PP) e a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), ambos candidatos à reeleição, estão com o projeto fortalecido, além da candidatura a governador de Carlos Eduardo (PDT), que tem como vice Kadu Ciarlini (PP).

A desistência de Sandra Rosado (PSDB) em disputar uma vaga de deputada federal, promove a união da base de apoio municipal da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), integrada também por Sandra, que teve gesto de grandeza para fortalecer ainda mais a eleição de Larissa.

A partir de agora, Larissa passa a ser a estadual de Rosalba e Beto o federal de Sandra. E Carlos Eduardo será o candidato a governador de todos.

A costura dessa dobradinha foi feita pelo ex-deputado Carlos Augusto Rosado.

E terá também como consequência retirar votação expressiva da chapa de federal do governador Robinson Faria (PSD)…Com a saída de Sandra, boa parte desse eleitorado passa para a coligação proporcional de Carlos Eduardo (PDT), através do voto em Beto.

Inevitavelmente, a chapa proporcional do sistema do governador Robinson Faria (PSD) perde forças para fazer cinco deputados federais.

E a coligação de deputado federal de Carlos Eduardo (PDT) se fortalece podendo fazer até quatro federais.
Por Heitor Gregório

Ministra Rosa Weber assume a Presidência do TSE nesta terça-feira (14)


A ministra Rosa Weber será empossada presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (14), às 20h, em sessão solene no Plenário da Corte, em Brasília (DF).

A magistrada substituirá o ministro Luiz Fux e ficará no cargo até maio de 2020, quando termina seu segundo biênio como ministra titular. A solenidade de posse será transmitida ao vivo pela TV Justiça e pelo canal do TSE no YouTube.

Na mesma sessão, também serão empossados os ministros Luís Roberto Barroso e Jorge Mussi nos cargos de vice-presidente do TSE e corregedor-geral da Justiça Eleitoral, respectivamente.

Em 6 anos, rombo da Previdência dos estados quase quadruplica. RS e RN se destacam

Os governadores que serão eleitos em outubro encontrarão, no ano que vem, uma verdadeira bomba-relógio: o crescimento acelerado do rombo dos regimes próprios de previdência dos estados. Em 2017, o déficit com o pagamento de aposentadorias e pensões nos estados superou R$ 93 bilhões, segundo dados preliminares da Secretaria de Previdência obtidos pelo GLOBO. Em 2011, essa diferença entre as contribuições dos servidores e os pagamentos era de R$ 24,6 bilhões. Ou seja, o buraco do sistema quase quadruplicou em seis anos e já supera a soma dos gastos dos governos estaduais com saúde (R$ 90,3 bilhões) e segurança (R$ 73,4 bilhões) em 2017. O montante se aproxima de quase todo o investimento feito pelos estados em educação no ano passado: cerca de R$ 108 bilhões. Essa foi a primeira vez que o rombo superou as despesas estaduais com saúde.

Em seis anos, a despesa total dos estados com aposentadorias e pensões subiu 143%, de R$ 67,2 bilhões para R$ 163,6 bilhões. No período, a inflação foi de 53,8%.

Já a receita com as contribuições previdenciárias dos servidores e a parte patronal (do estado) cresceu menos, 64%, ampliando a defasagem. Passou de R$ 42,6 bilhões em 2011 para R$ 70 bilhões no ano passado.

Sem conseguir fechar a conta, os governadores são obrigados a completar o que falta para pagar os benefícios. Mas, com dificuldades financeiras, agravadas pela crise na economia, muitos passaram a atrasar o pagamento de servidores ativos, aposentados e pensionistas.

A situação é mais grave em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

O economista Fábio Giambiagi alerta que os novos governadores não escaparão de dificuldades financeiras, porque as despesas com previdência estão comprometendo parcelas crescentes dos orçamentos, reduzindo o espaço para o investimento em obras e serviços públicos.